Prestes a chegar um novo ano, e sim, a bem ou a mal muita coisa vai ter de mudar. Confesso que a esperança que depositei inicialmente neste ano de 2011, em todos os aspectos falhou. Teve tudo para dar errado, e tudo deu errado. Nada mudou para melhor, acho que realmente só tudo se mudou para pior mesmo. Por dificil que parecesse só isso se concretizou, o pior. E mesmo estando a dar as ultimas, dia a pós dia tudo consegue ser mau. E no dia seguinte continua mau.
Esperanças a depositar para este ano novo a estrear? Nenhumas..sim Nenhumas mesmo.
Mesmo assim desejo a todos um óptimo ano de 2012, que todos os vossos sonhos se concretizem. E que as tristezas de 2011 sejam os sorrisos de 2012.
Bom entradas a todos.
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Constatação.
Porque é que adiamos o inevitável, quando ocorre a primeira prova de que nada vai correr bem?! Esperança. Talvez.E essa esgotou-se.
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Deliciosa... A pele que há em mim (Quando o dia entardeceu) - Márcia e JPSimões
Deliciosa...
Quando o dia entardeceu
E o teu corpo tocou
Num recanto do meu
Uma dança acordou
E o sol apareceu
De gigante ficou
Num instante apagou
O sereno do céu
E a calma a aguardar lugar em mim
O desejo a contar segundo o fim.
Foi num ar que te deu
E o teu canto mudou
E o teu corpo do meu
Uma trança arrancou
O sangue arrefeceu
E o meu pé aterrou
Minha voz sussurrou
O meu sonho morreu
Dá-me o mar, o meu rio, minha calçada.
Dá-me o quarto vazio da minha casa
Vou deixar-te no fio da tua fala.
Sobre a pele que há em mim
Tu não sabes nada.
Quando o amor se acabou
E o meu corpo esqueceu o caminho onde andou
Nos recantos do teu
E o luar se apagou
E a noite emudeceu
O frio fundo do céu
Foi descendo e ficou
Mas a mágoa não mora mais em mim
Já passou, desgastei, p’ra lá do fim
É preciso partir
É o preço do amor
P’ra voltar a viver
Já nem sinto o sabor
A suor e pavor
Do teu colo a ferver
Do teu sangue de flor
Já não quero saber…
Dá-me o mar, o meu rio, a minha estrada,
O meu barco vazio na madrugada
Vou deixar-te no frio da tua fala
Na vertigem da voz quando enfim se cala.
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